Atendimento a estrangeiros em fronteiras secas, aduanas e imigração

Na fronteira, o entendimento precisa ser exato: documento, prazo de permanência, bagagem e bens declarados não admitem improviso de idioma.

Onde a barreira aparece na fronteira

Conferência de documento e visto, prazo de permanência, declaração de bens, limite de compras, veículo estrangeiro, seguro obrigatório e orientação sobre o posto seguinte. São conversas curtas, em fila, e com consequência legal quando mal compreendidas.

Por que o celular não pode trocar de mão

Em posto de fronteira, o atendente ou agente não entrega o próprio aparelho a um desconhecido, e o viajante também não quer entregar o dele. Com o QR Code, cada um fala no próprio celular: o visitante escaneia, escolhe o idioma e conversa, sem contato físico com o aparelho do outro.

Como funciona no guichê

O QR Code fica exposto no guichê, no totem ou no crachá do atendente. Cada viajante atendido gera uma conversa separada, então a fila não se mistura, e o mesmo ponto pode atender vários idiomas ao longo do turno.

Para quem serve

Postos de imigração e aduana, despachantes, câmbio, seguradoras, transportadoras rodoviárias internacionais, lojas free shop e pontos de informação turística na faixa de fronteira.

Idiomas disponíveis: pt-BR, en, es, fr, de, it, ja

Perguntas frequentes

Não falo português. Como me explico na fronteira brasileira?
Procure o QR Code TouristTalk no guichê, escaneie com a câmera, escolha seu idioma e fale. O atendente ouve em português e a resposta volta traduzida para você.
O viajante precisa instalar aplicativo?
Não. Funciona no navegador do próprio celular, sem download e sem cadastro do visitante.
Funciona com sinal de internet fraco?
O atendimento é feito por áudio pela internet. Em pontos com sinal instável, recomenda-se posicionar o ponto de atendimento onde haja Wi-Fi do próprio estabelecimento.

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